sábado, 24 de julho de 2010

Medo? Por quê?

Muitas são as vezes em que nos deparamos com o medo. Sentimos essa coisa estranha, fria e escura que nos deixa congelados mediante certa situação.

O medo nos impede de viver, de ser feliz, de ser quem realmente somos; por causa dele não conseguimos dar o passo adiante, pois ele nos prende. Com o medo ao nosso lado não arriscamos a conhecer e a viver o diferente, não ousamos a ir além do que nos parece ser seguro, vivemos cercados de medos.

Mas se quisermos deixar de ser "vaquinhas de presépio" e passar a viver a nossa vida de modo autentico e próprio de cada um de nós temos de aprender a trazer e a conjugar o verbo "ARRISCAR" para a nossa vida.

A seguir citarei um poema de um filósofo chamado Soren Kiekegaard, que deixara mais claro e amplo o que escrevi a cima:

Arriscar é viver

Rir é arriscar-se a parecer louco.

Chorar é arriscar-se parecer sentimental.

Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.

Expor os seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.

Amar é arriscar-se a não ser amado.

Expor suas idéias e seus sonhos ao público é arriscar-se a perder.

Viver é arriscar-se a morrer...

Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.

Tentar é arriscar-se a falhar.

Mas... É preciso correr ríscos.

Porque maior azar na vida é não arriscar nada...

Pessoas que não arriscam, não fazem nada, nada são.

Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza, mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, viver, amar...

Acorrentadas a suas atitudes, são escravas; Abrem mão de sua liberdade.

Só a pessoa que se arrisca é livre.

" ARRISCAR-SE É PERDER O EQUILIBRIO MOMENTANEAMENTE, NÃO ARRISCAR-SE É PERDER-SE"!!!!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A melhor parte não será tirada: o amor de Deus!!!



Maria e Marta eram duas irmãs com personalidades, interesses e capacidades diferentes. Mas possuíam um amor comum por Jesus. Elas o encontraram quando Ele viajava pela cidade de Betânia, onde viviam com o irmão Lázaro.
Durante a visita inicial de Jesus, tanto Maria quanto Marta lhe serviram, embora de diferentes formas.
Marta sentia-se responsável por todos os preparativos e "andava distraída em muitos servi-los" (Lucas 10: 40). Enquanto isso, Maria "assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra" (Lucas 10: 39). A "ociosidade" de Maria perturbava Marta. Ela censurou Jesus e pediu-lhe que mandasse Maria ajudá-la. Mas Jesus entendia o estado de alma de Marta e, diante da censura, respondeu com mansidão: "Marta, Marta, estas ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só coisa é necessária; E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe seria tirada"(Lucas 10: 41 e 42). Jesus não estava julgando Marta nem fazendo comparações desagradaveis. Pelo contrário, disse-lhe que ela precisava abandonar as preocupações e as expectativas exageradas que tinha Maria parecia ser a mais quieta das duas. Marta falou com Jesus o que pensava, de uma forma enérgica. Ela tinha profundidade espiritual conforme demonstrou na conversa com Jesus após a morte de Lázaro . E lutava pelo equilíbrio como todos nós lutamos. A última vez que encontramos Marta nas Escrituras , ela ainda está servindo, mas, dessa vez, sem preocupações ou irritações. Ela permite que Maria expresse seu amor por Jesus à sua maneira - derramando o jarro de perfume caro em seus pés e enxugando-os com os próprios cabelos.

Ao mesmo tempo, Marta sente-se bem com a propria maneira de expressar amor por intermédio do serviço.

Nem sempre a atitude de Maria é a mais fácil, optamos pelo ativismo como fuga, assim não temos tempo de dar a nossa resposta e o tempo vai passando sem que tenhamos tomado alguma atitude.

Não basta acolher como Marta, é preciso escutar como fez Maria!!!