Muitas são as vezes em que nos deparamos com o medo. Sentimos essa coisa estranha, fria e escura que nos deixa congelados mediante certa situação.
O medo nos impede de viver, de ser feliz, de ser quem realmente somos; por causa dele não conseguimos dar o passo adiante, pois ele nos prende. Com o medo ao nosso lado não arriscamos a conhecer e a viver o diferente, não ousamos a ir além do que nos parece ser seguro, vivemos cercados de medos.
Mas se quisermos deixar de ser "vaquinhas de presépio" e passar a viver a nossa vida de modo autentico e próprio de cada um de nós temos de aprender a trazer e a conjugar o verbo "ARRISCAR" para a nossa vida.
A seguir citarei um poema de um filósofo chamado Soren Kiekegaard, que deixara mais claro e amplo o que escrevi a cima:
Arriscar é viver
Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se parecer sentimental.
Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.
Expor os seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.
Amar é arriscar-se a não ser amado.
Expor suas idéias e seus sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer...
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.
Mas... É preciso correr ríscos.
Porque maior azar na vida é não arriscar nada...
Pessoas que não arriscam, não fazem nada, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza, mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, viver, amar...
Acorrentadas a suas atitudes, são escravas; Abrem mão de sua liberdade.
Só a pessoa que se arrisca é livre.
" ARRISCAR-SE É PERDER O EQUILIBRIO MOMENTANEAMENTE, NÃO ARRISCAR-SE É PERDER-SE"!!!!
Buenas Adair!!!!
ResponderExcluirFalar sobre o medo é muito dificíl, convém aqui uma pergunta muito própria: Quem nunca sentiu medo? O medo, de fato, faz parte da vida humana o importante é a nossa postura em frente aos nossos medos. É uma árdua tarefa e longa caminhada vencermos nossos medos e no final das contas Kiekegaard tem razão ao propor uma solução... precisamos nos arriscar para vencer nossos medos...
Enfim, essa é minha humilde colaboração, em suma seu artigo ficou muito bom.
Do seu irmão,
Eduardo Domingues